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05/12/2016

POSTAL do BAIRRO ALTO: lixo

Antico complesso industriale dei Tabacchi ("Tabaqueira") - Lisbona - Richiesta patrimoniale


Foto do Ruin'Arte

Gentile Sr. Arch. Renzo Piano,


in quanto cittadini preoccupati com il patrimonio della cittá di Lisbona, veniamo a contattarlo per sapere se l’antico complesso industriale dei Tabacchi ("Tabaqueira"), localizzato nella piazzetta denominata “Praceta da Tabaqueira"/rua da Matinha” (identificato dall’immagine in allegato) sia o meno parte del progetto Braço da Prata Housing Complex e, se cosi fosse, se é previsto cosa sará previsto per l’antico edifico industiale.

Ci piacerebbe vedere recuperato l’antico complesso ottocentesco dell’antica Fabrica Tabacchi, e non solo il suo padiglione centrale, come fu annunciato anni or sono. Questo oggetto, ormai visibile come una reliquia industriale potrebbe essere trasformato in un mercato, spazi per ristoro, del tutto simile a ció che giá si fá. Tutto questo sarebbe abbastanza necessario in quella zona di Lisbona.

Lo stato di degrado di quasi tutta la struttura metallica dell’edificio é evidente, e parte é pericolante, ma sappiamo che é possibile intevenire nella struttura sia rafforzando la struttura sia recuperandola.

Detto questo, ci appelliamo a lei, Sr. Arch. Renzo Piano caso il progetto dell’antica fabbrica dei Tabacchi di Lisbona faccia parte del complesso Braço de Prata, possa difendere il suo recupero in tutta la sua estensione e possa cosi dargli un uso piú dignitoso e contemporaneo.

I nostri piú distinti saluti

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Carlos Leite de Sousa, Júlio Amorim, Rui Martins, André Santos, Inês Beleza Barreiros, Jorge Santos Silva, Maria João Pinto, Fernando Silva Grade

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Exmo. Sr. Arq. Renzo Piano


Enquanto cidadãos preocupados com o património da cidade de Lisboa, vimos contactá-lo para sabermos se o antigo complexo industrial da Tabaqueira, sito na Praceta da Tabaqueira/ Rua da Matinha (identificado nas imagens em anexo), faz ou não parte do Braço de Prata Housing Complex e, se fizer, o que se está previsto para aquele conjunto fabril.

Muito gostaríamos de ver recuperado na íntegra o ainda belo complexo oitocentista da antiga Fábrica Tabaqueira, e não só o seu pavilhão central, como foi anunciado há anos. Gostaríamos de ver esta ainda relíquia industrial transformada, quem sabe, num magnífico mercado com espaços de restauração e estufas, à semelhança do que se faz por esse mundo afora e algo que se torna cada vez mais necessário naquela zona de Lisboa, e viável do ponto de vista económico.

Reconhecemos o estado de degradação da quase generalidade da estrutura metálica do conjunto fabril da Tabaqueira, parte dela inclusive em pré-colapso, mas também sabemos que é possível o seu reforço estrutural bem como a sua recuperação integral.

Apelamos, por isso, ao Sr. Arq. Renzo Piano para que, caso a Tabaqueira pertença à zona de implantação do Braço de Prata Housing Complex, a recupere em toda a sua extensão e lhe dê um uso condigno e contemporâneo.

Melhores cumprimentos

A "Colónia da Sineta" presente nas Comemorações dos 150 Anos de Ventura Terra, em Oeiras dia 11 de Dezembro, às 12h, por Alexandra de Carvalho Antunes:


À venda por 3,8 Milhões e já pensam em demoli-la?


Segundo info a circular no facebook, a CML, para proteção do Palacete Valmor (IIP e Prémio Valmor, ex-clube dos empresários), estará a apontar para que esta vivenda, celebérrima de tão kitsch, aumente o seu afastamento em relação ao palacete em 1,5m, o que determinará a sua inviabilização e consequente demolição. Será isso ou alguma preocupação do novel dono do palacete?

03/12/2016

LISBOA, Capital Europeia da Demolição: Rua Alexandre Herculano 41




O inspector-geral da ACT deixou uma coisa clara: “As instabilidades em processos construtivos e demolições não podem existir.” 
 
“É extremamente preocupante que no meio da cidade de Lisboa, a capital de um país da União Europeia, morram duas pessoas a trabalhar. Acho que isso nos devia envergonhar a todos”, afirmou. Pimenta Braz considera um “índice horrível” que estas duas pessoas tenham “desaparecido a trabalhar”. 
 
Da parte do Fórum Cidadania Lx acrescentaríamos que enquanto a CML - Pelouro do Urbanismo - e Ministério da Cultura - DGPC - continuarem a alimentar este método nefasto e obsoleto de "reabilitação" que consiste em destruir o que é possível de reabilitar, vamos assistir a mais acidentes terríveis deste tipo. Este prédio de qualidade estava em razoável estado de conservação e era perfeitamente possível de reabilitar. Mas para que "fundos financeiros" ligados ao mercado da habitação de "Luxo" possam cumprir com as expectativas de lucro máximo, a CML permite a destruição de interiores que dão carácter e acrescentam valor à nossa capital. Este tipo de obras - que mais não são que "Construção Nova" aproveitando uma ou duas fachadas - são extremamente caras e perigosas como se vê. Não esquecer que apenas alguns meses atrás, e do outro lado da Avenida da Liberdade, morreu um operário numa outra obra de demolição de interiores na Av. Duque de Loulé.
 
Para quando uma alteração do actual paradigma de reabilitação em Lisboa?

«Derrocada de prédio em Lisboa faz duas vítimas mortais»

Ainda não foram apuradas as causas da derrocada. Trânsito continua cortado na rua Rodrigo da Fonseca.

Duas pessoas morreram, esta segunda-feira, na derrocada de um prédio na rua Alexandre Herculano, em Lisboa. As vítimas, dois trabalhadores de uma empresa de construção civil de Braga, ficaram soterradas na sequência do desabamento de uma das paredes do edifício que se encontrava em obras. A segunda vítima mortal foi identificada pelas 18h, pelas equipas no local. A primeira vítima foi confirmada ao início da tarde.
Os dois homens, de nacionalidade portuguesa, trabalhavam na obra de reabilitação do número 41 na esquina da rua Alexandre Herculano com a Rodrigo da Fonseca. Os Sapadores Bombeiros de Lisboa foram chamados ao local por volta do meio-dia. Pedro Patrício, comandante da corporação, em declarações no local, informou que um dos corpos "já foi retirado e o outro está prestes a ser retirado". "O perigo é iminente, estamos a trabalhar em estruturas que cederam e podem ceder a qualquer momento. Vamos trabalhar devagar, não podemos fazer oscilações", referiu.
 
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
 
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
 
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães. Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe.

“As instabilidades não podem existir” 

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) está no local, desde o início da tarde, a acompanhar a situação. Pedro Pimenta Braz, inspector-geral da autoridade, disse que a “instabilidade construtiva e das paredes que estavam em demolição é muito grande”, razão pela qual “é muito complicado”, neste momento, apurar as causas do acidente. O responsável dos bombeiros confirmou, pelas 18h, que ainda não estão reunidas as condições para que a ACT entre no edifício. Sem possibilidade de adiantar as causas da ocorrência, o inspector-geral da ACT deixou uma coisa clara: “As instabilidades em processos construtivos e demolições não podem existir.” 
 
“É extremamente preocupante que no meio da cidade de Lisboa, a capital de um país da União Europeia, morram duas pessoas a trabalhar. Acho que isso nos devia envergonhar a todos”, afirmou. Pimenta Braz considera um “índice horrível” que estas duas pessoas tenham “desaparecido a trabalhar”. 
 
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
 
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
 
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães.
 
Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe. PÚBLICO, 28 Novembro 2016

Demolição da moradia da Rua da Lapa, 69 - Queixas na Provedoria de Justiça e ao Ministério Público


Exmo. Senhor Provedor de Justiça
Juiz José Faria Costa


C.c. PCML e DGPC

Somos a apresentar queixa a V. Exa. relativamente ao procedimento administrativo (CML e DGPC) que culminou na demolição da moradia da Rua da Lapa, nº 69 (fotos 1 e 2), para posterior construção nova (foto 3), tendo em conta que;

1. O imóvel em questão fazia parte da Zona Especial de Proteção conjunta do Museu Nacional de Arte Antiga, da Igreja de São Francisco de Paula, do edifício do Extinto Convento das Trinas de Mocambo e Chafariz da Esperança (conforme DR (I Série-B), n.º 183, de 10.08.1998, Portaria n.º 512/98) e que;

2. Há precisamente 4 anos, conforme noticia hoje o jornal Público (https://www.publico.pt/2016/12/03/local/noticia/sem-querer-imitar-o-antigo-a-casa-da-rua-da-lapa-vai-tornarse-num-edificio-moderno-1752249), a DGPC emitiu parecer negativo sobre um projecto de alterações e construção nova que também implicava a demolição da referida moradia.

Mais, novamente relevamos junto de V. Exa. a necessidade urgente da Provedoria recomendar à CML e à DGPC a extinção pura e simples da Comissão Técnica de Apreciação criada ao abrigo do protocolo assinado em 2007 entre a CML e os então IGESPAR e Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo e, por conseguinte o fim do referido protocolo, ou, em alternativa, a substituição imediata dos seus membros, ou seja, os representantes da CML e da actual DGPC.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Lopes Oliveira, Alexandra de Carvalho Antunes, Júlio Amorim, António Araújo, Jorge Pinto, João Mineiro, Pedro de Souza, Ricardo Mendes Ferreira, José Maria Amador, Pedro Ribeiro, Pedro Malheiros Fonseca, Fernando Silva Grade, Fernando Jorge e Maria do Rosário Reiche

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Exma. Senhora Procuradora Geral da República
Juiz​a Joana Marques Vidal​


C.c. PCML, DGPC

Somos a apresentar queixa junto do Ministério Público relativamente a​o procedimento administrativo (CML e DGPC) que ​culminou na demolição da moradia da Rua da Lapa, nº 69 (fotos 1 e 2), para posterior construção nova (foto 3), tendo em conta que;

1. O imóvel em questão fazia parte da Zona Especial de Protecção conjunta do Museu Nacional de Arte Antiga, da Igreja de São Francisco de Paula, do edifício do Extinto Convento das Trinas de Mocambo e Chafariz da Esperança (conforme DR (I Série-B), n.º 183, de 10.08.1998, Portaria n.º 512/98) e que;

2. Há precisamente 4 anos, conforme noticia hoje o jornal Público (https://www.publico.pt/2016/12/03/local/noticia/sem-querer-imitar-o-antigo-a-casa-da-rua-da-lapa-vai-tornarse-num-edificio-moderno-1752249), a DGPC emitiu parecer negativo sobre um projecto de alterações e construção nova que também implicava a demolição da referida moradia.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero​, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, José Maria Amador, Pedro de Souza, Ricardo Mendes Ferreira, Jorge Pinto, Pedro Malheiros Fonseca, Fernando Silva Grade, Fernando Jorge, Maria do Rosário Reiche, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Castro Paiva


Foto do Arquivo da CML (actualmente na exposição que a CML- Pelouro da Cultura organizou sobre a dupla de fotógrafos que fez um levantamento fotográfico da cidade entre 1889 e 1908!!!)

Há mais Cidadanias por esse mundo fora....


Conservancy Sues City of L.A. Over Lytton Savings

On December 1, 2016, the Conservancy sued to force the City of Los Angeles’ compliance with the California Environmental Quality Act (CEQA) in considering demolition of the historic Lytton Savings building (now Chase Bank) at 8150 Sunset Boulevard.
The Conservancy contends that the City blatantly disregarded environmental law in its review of the 8150 Sunset Boulevard Project, a mixed-use development proposed for the southwest corner of Sunset and Crescent Heights Boulevards. 
While Lytton Savings is significantin and of itself, the litigation is about more than the building. We needto hold government accountable for following the law. Otherwise, their actionsset a dangerous precedent for future land-use decisions that willaffect Angelenos for years to come.
Pode ler o resto aqui
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Cada cidade tenta preservar o bom que tem, aqui....como ali.

02/12/2016

Empreitada de requalificação dos logradouros da Av. EUA (Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa) / Aplauso e SOS à JF Alvalade


​Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade
Dr. André Caldas


​C.c. PCML, AML, APAP, EMEL e media​

​No seguimento da recente colocação de estaleiro e afixação do cartaz em anexo nas portas de vários edifícios da Avenida dos Estados Unidos da América, anunciando o início iminente de obras de requalificação nos logradouros comuns aos edifícios daquela avenida, do nº 10 ao ​48; que resultam do projecto original dos arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa e executado pela CML (http://arquivomunicipal2.cm-lisboa.pt/xarqdigitalizacaocontent/Documento.aspx?DocumentoID=1113608&AplicacaoID=1) no desbravar dos quarteirões do Plano de Alvalade, projecto aliás inserido no conjunto merecedor do Prémio Municipal de Arquitectura (1956);

Somos a felicitar essa Junta de Freguesia por, finalmente, dar início à recuperação daqueles baldios ​- ​causa que se revela urgente desde há pelo menos 10 anos a esta parte​ e que é comum ao conjunto de logradouros do mesmo lado da avenida, acima da Av. Rio de Janeiro, e que ​tem levado este Fórum a emitir sucessivos alertas e ​a ​enviar vários pedidos de esclarecimento, até hoje sem resposta.

Face à informação agora divulgada pela Junta de Freguesia de Alvalade, relevam alguns pontos que se nos afiguram poder vir a desvirtuar o projecto original de Ribeiro Telles e Jacobetty Rosa, o que certamente não será intenção de V. Exa., numa altura em que ​todos temos por seguro o reconhecimento público da obra de ambos no panorama do nosso urbanismo​-​paisagismo.

Assim, apelamos à Junta de Freguesia de Alvalade para que, na sua qualidade de dono da obra, assegure desde já, a manutenção naqueles logradouros ​(e nos logradouros acima da Av. Rio de Janeiro) ​do que lá existe e existia do projecto original, a saber:

·​ ​A manutenção dos 2 parques infantis existentes (na realidade eram 1 parque infantil e 1 juvenil), com o desenho e os equipamentos então concebidos (o foguetão, o escorrega, etc.) e os que ainda existem (pedras da macaca, etc.) e a sua manutenção nos mesmos locais, e não a sua deslocação como é agora proposto;
· Os hexágonos de betão desenhados pelo Ribeiro Telles para garantirem a infiltração das águas;
· As várias centenas de arbustos (foram arrasados na última intervenção da CML, vai para 6 anos);
· A manutenção dos muretes em pedra e dos caminhos do projecto original;
· A existência de várias ​árvores ​monumentais (choupos, tipuana, ​bela-sombra, ​etc.)​, essencialmente​ ​nos logradouros entre a Av. Rio de Janeiro e a Av. Roma, ​que importa preservar a todo o custo;
· Finalmente, a necessidade de preservar, recuperando-as, obviamente, as colunas de iluminação de marmorite, da Cavan, que resistem desde o projecto original.

Solicitamos ainda a melhor atenção de V. Exa. para o seguinte:

​​·​ ​​O plátano transplantado do Areeiro já morreu, por falta de rega;
​​·​ A​s nogueiras transplantadas da Av. Rio de Janeiro Estão em vias de morrer, também por falta de rega;
·​​ ​O “recinto de mesas” agora proposto é perfeitamente possível no lote calcetado vago imediatamente ao lado do local agora proposto, o que resultaria numa muito mais adequada estética de conjunto;
​​· O péssimo estado da generalidade dos “relvados”, pelo que se aconselha que lavrem a terra e corrijam a acidez e a argila​;
​· A necessidade de se ponderar a​ ​remoção ​abrupta d​​​​o estacionamento ​automóvel existente nos impasses, ​uma vez que isso poderá acarretar sérios problemas ​junto aos prédios vizinhos, e ​não se vislumbra como será possível fazer desaparecer todos os automóveis ali estacionados, muitos deles pertencendo a moradores que se vêem sem alternativas para estacionar. Assim, sugere-se a criação de algumas bolsas de estacionamento reservadas aos moradores nesses impasses (eventualmente dedicados aos moradores com filhos ou dificuldades de locomoção), com solução paisagística adequada. Repare-se que as ruas limítrofes (Raul Brandão, Epifânio Dias, Francisco Lourenço da Fonseca), por não disporem de estacionamento pago e fiscalização da EMEL, que deveria ser alargado, já têm durante o dia (mas também à noite) dezenas de automóveis estacionados ilegalmente em cima de passeios, esquinas ou em segunda fila, situação que só se poderá agravar se o presente projecto for avante sem correcções. .

​ Contem V. Exa. e essa Junta sempre connosco para o bem do Bairro e da qualidade de vida dos seus moradores, no respeito integral da obra urbanística e paisagística que Alvalade tão bem ainda representa no nosso quotidiano.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Ralha, Fernando Jorge, Inês Beleza Barreiros, Martim Galamba, Jorge Pinto, Rui Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Filipe Guerreiro, João Leonardo, José Amador, Nuno Caiado, Fátima Castanheira e Maria Ramalho

30/11/2016

Lisboa: Capital Europeia da Demolição


Edifício na Rua Sousa Martins 20, em demolição integral

Edifício na Rua Sousa Martins 18, já demolido

Edifício aprovado do Arq. Frederico Valsassina a ser construído no local

Mais um duro golpe no património entre-séculos da cidade de Lisboa aprovado pelo vereador Manuel Salgado para substituir por isto. Para os amigos é sempre aprovado, e fica sem se saber que futuro se reserva para esta cidade que continua a apagar de forma violenta a sua memória.

29/11/2016

POSTAIS da RUA DOS ANJOS: lixo




Diariamente, é este o cenário de muitas ruas de Lisboa: contentores na via pública TODO o DIA. Acabam por funcionar como uma espécie de "sinalética" informal, isto é, «ponham aqui lixo». Ao final do dia vemos todo o tipo de sacos e lixos depositados em volta destes contentores dos prédios. Também é cada vez mais frequente observarmos contentores partidos, sem tampa. Lisboa está um nojo. Merecemos ruas limpas.