18/08/2017

As palmeiras de Roma são salvas a todo o custo. Em Lisboa deixam-nas morrer. Lisboa é a imagem da indigência.

Jardim do pátio do Palácio Veneza. Um autêntico jardim de palmeiras. Aqui esforçam-se por não as deixar morrer na incúria característica da CML e das Juntas de Freguesia de Lisboa

Magníficos exemplares de palmeiras das canárias nos jardins do palácio Barberini.



A diferença com que se tratam os assuntos de património e de arvoredo em Roma comparados com Lisboa é abissal. A capital portuguesa sai a perder em toda a linha, não tem Regulamento Municipal de Arvoredo, encravado numa guerra de egos entre a inútil AML e a CML, os jardins históricos estão ao abandono, a Avenida da Liberdade é uma ruína botânica. As colecções de palmeiras das canárias estão a ser destruídas.

As alamedas dos jardins botânicos, da quinta das Conchas, do Campo Grande foram todas dizimadas pelo desleixo. Em Roma também há a praga do escaravelho do Egipto, há é outra vontade na resolução dos problemas.

Neste momento Lisboa é a imagem da indigência no que toca a património e arvoredo.

Esta é a verdade, tudo o resto é a típica banha-da-cobra dos dirigentes.

(autoria: Rosa Pomar​)

Lisboa, cidade de oportunidades, indeed


E pronto, lá vai este para o maneta, pelo menos por dentro, depois desta alteração ao PUALZE, vai uma aposta? http://cidadedeoportunidades.cm-lisboa.pt/historico/detalhe.html?tx_wtdirectory_pi1%5Bshow%5D=32&tx_rggooglemap_pi1%5Bpoi%5D=32&cHash=6a274e2c3e2b8e2beb1846240d8f73c8

17/08/2017

O "maximbombo" era um elevador mecânico da Estrela em Lisboa


Obrigado, Appio Sottomayor!

Uau, que coisa mais linda e cheia de graça :-)


Isto é para ficar assim em Santa Apolónia?? Parece o canal/esgoto no Cairo :-)

Túneis para livrar Lisboa das cheias. Quatro anos de obras em seis locais, in Observador (16.8.2017).

Ah, ok, vai ficar lindona a nova praça em frente ao Museu Militar, espero é que não fique a cota diferente (como é uso e costume em Lisboa) aquele redondel verde, senão ficará anedótico:

Imóveis do Estado (devolutos) - Conversão para habitação - pedido à Sec. Estado da Habitação


Exma. Sra. Secretária de Estado da Habitação
Arq. Ana Pinho


C.c. Gab.Primeiro-Ministro e Gab.Presidente da CML

Considerando que existe um aumento insustentável dos preços da habitação em Lisboa (com um aumento de 7% apenas no 1º trimestre de 2017), e que um dos factores que mais pressionam o aumento actual dos custos da habitação é a escassez de oferta de fogos para habitação na cidade;

Considerando que existem terrenos e prédios (devolutos) do Estado, até agora afectos a serviços da mais variada índole, muitos deles à venda pela Estamo (p.ex. Av. Alfredo Bensaúde, com 42.155 m2 e Av. Almirante Gago Coutinho, 30, um prédio com 2.471,42 m2) para além de muitos outros (p.ex. na Avenida Óscar Monteiro Torres e na Avenida Afonso Costa); com evidente capacidade, após obras relativamente simples e económicas, de serem reconvertidos para habitação;

Propomos à nova Secretaria de Estado da Habitação que realize um levantamento de todo o seu património devoluto na cidade de Lisboa, e que, em paralelo, providencie no sentido de estudar a viabilidade da conversão destas propriedades do Estado (sem comprador conhecido), caso a caso, às funções de habitação, o que, a verificar-se, se nos afigura como de inestimável vantagem para a cidade, quer do ponto de vista social quer económico.

Sugerimos, ainda, que estas habitações sejam convertidas em habitação através de uma transferência de património para a CML (se tal for possível legalmente), que depois as poderá gerir e colocar no mercado de arrendamento a custos controlados.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Rui Martins, Fernando Jorge, Fernando Silva Grade, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Maria do Rosário Reiche, Carlos Moura-Carvalho, Fátima Castanheira, Beatriz Empis, Carlos Moura, Inês Beleza Barreiros, Ricardo Mendes Ferreira, Pedro de Souza, Miguel de Sepúlveda Velloso, Irene Santos, Nuno Caiado

13/08/2017

Obras (ilegais?) a decorrerem no Centro Comercial do Restelo (MIP) - pedido à DGPC para intervir


Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva


CC.PCML, GVMS, JFBelém e media

Alertamos V. Exa. e os serviços dessa Direcção-Geral para o facto de estar a ser construída uma marquise em estabelecimento comercial que faz parte do Centro Comercial do Restelo classificado Monumento de Interesse Público (Portaria n.º 740-EV/2012, DR, 2.ª série, n.º 252 (suplemento), de 31-12-2012), conforme foto documenta, imediatamente ao lado da pastelaria "Careca".

Considerando que, relativamente, ao Centro Comercial do Restelo, seria de esperar um conjunto de acções pedagógicas a levar a cabo pela CML e pela DGPC junto dos respectivos proprietários no sentido daquele conjunto notável da nossa arquitectura dos anos 40 se libertar de todas as construções espúrias e demais adulterações levadas a cabo durante as últimas décadas (marquises, substituição de elementos originais, abertura de vãos, etc.) perguntamos: como é esta situação possível?

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, Virgílio Marques, Fátima Castanheira, Miguel Jorge, Maria do Rosário Reiche, Bruno Rocha Ferreira, Nuno Caiado, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Bruno Palma, Ana Alves de Sousa, Fernando Jorge

(foto de John Rosas Baker)

12/08/2017

Discussão ponderada do efeito do turismo em Lisboa - um apêlo do Fórum Cidadania Lx à CML e ao Governo


NOTA DE IMPRENSA

Carta Aberta à Câmara Municipal de Lisboa e ao Governo


Considerando que:

· Lisboa tem assistido a um crescimento exponencial de visitas e dormidas, com taxas de crescimento notáveis a nível mundial;
· O crescimento do turismo tem tido efeitos muito positivos na recuperação do edificado, aumento do investimento, no crescimento das receitas da restauração e hotelaria mas também em outras atividades, gerando muitos milhares de empregos;
· ​Por outro lado, a pressão deste afluxo enorme de pessoas tem contribuído para o acentuar ou surgir de aspectos negativos, sobretudo no centro histórico, como sejam a pressão sobre o espaço público e de circulação, aumento do ruído, desaparecimento do comércio tradicional, inflação de preços na restauração e, pior que tudo, indução de aumento dos preços do arrendamento;
· Tal como em outras cidades europeias, a sua atractividade está baseada no facto de se diferenciarem outras cidades, como sejam a autenticidade dos seus valores, da sua vivência, da capacidade de acolher sem se subverterem;
· Tal implica que se encontrem caminhos de conciliação entre as a​c​tividades económicas relacionadas com o turismo, também prosseguidas por lisboetas, e a vida quotidiana e qualidade de vida urbana dos seus locais;
· ​Se reconhece não se encontrar Lisboa num estágio semelhante a cidades como Barcelona, Veneza, Roma ou Dubrovnik mas as tensões recentemente geradas naquelas cidades podem antever situações futuras idênticas em Lisboa, se inexistir, como até aqui, maior planeamento e sobretudo ponderação por parte das autoridades muncipais;
·​ ​O Fórum Cidadania Lx defende a livre iniciativa económica e uma cidade que ofereça oportunidades de investimento e emprego, mas também defende a preservação da memória e cultura de Lisboa, da sua autenticidade e da qualidade de vida dos seus habitantes;
·​ Para que os visitantes de Lisboa possam ser bem recebidos, os lisboetas não só precisam de trabalhar e investir na cidade, mas também poder viver nela, e partilhar, com hospitalidade e boa convivência, o espaço milenar desta cidade, que deve ser preservado para as gerações vindouras (de visitantes e habitantes);
·​ Lisboa corre o risco de se transformar num parque de diversões, igual a qualquer parte do mundo e, nalgumas zonas, num acantonamento muralhado, guardando os seu habitantes num espaço decadente e sem oportunidades;
· É necessário evitar discursos extremistas geradores de tensões, de xenofobia e sentimentos de exclusão, e procurar soluções conciliadoras entre opções que não são contrárias, discutindo soluções concretas, de uma forma estratégica, coerente e efectivamente (e não pró-mera formalidade) participada;

O Fórum Cidadania Lx apela à Câmara Municipal de Lisboa e ao Governo que se inicie, de imediato, uma acção de diagnóstico tendente ao desenho de um plano e calendarização de acções concretas que permita, por um lado, salvaguardar e promover a qualidade de vida dos seus habitantes, conciliando-a com a promoção das actividades económicas ligadas ao turismo e reabilitação urbana, procurando que potenciar os efeitos positivos e mitigar os efeitos negativos que ambos os interesses possam provocar um no outro.

Permitimo-nos desde já sugerir:

À Câmara Municipal de Lisboa, o uso dos seus poderes legais na gestão do espaço público, no sentido de limitar (não elimina​r) ou reforçar a exigência nos impactos (não eliminar) da implementação ou desenvolvimento de determinadas actividades económicas, nas zonas mais sensíveis da cidade, como sejam as zonas históricas ou classificadas, potenciando outras zonas da cidade, como sejam na definição de usos em planeamento urbano, condicionamento ou reorganização da circulação e cumprimento de níveis de ruído, e, obviamente, a necessidade de se preservar o edificado, uma vez que a cidade de Lisboa foi classificada pela própria CML como sendo toda histórica;

Ao Governo, a título de exemplo, uma política de arrendamento e reabilitação urbana, que permite a coexistência e disponibilidade de arrendamento de longa e curta duração, bem como a preservação do edificado e dos conjuntos urbanos;

Ao Governo e à Câmara Municipal de Lisboa, a promoção de transportes públicos, que permita a circulação de locais e visitantes na cidade, sustentando e economia mas não prejudicando a preservação da cidade, e diminuindo a pressão do transporte turístico.

O futuro de Lisboa, enquanto cidade para os lisboetas e para os seus visitantes depende do que agora for preparado e decidido.

Se nada for feito, será tarde de mais para salvaguardar, adequadamente, a economia da cidade e os seus habitantes.​

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Nuno Caiado, Miguel de Sepúlveda Velloso, Beatriz Empis, Maria do Rosário Reiche, Rui Martins, Virgílio Marques, Carlos Moura-Carvalho, Luís Mascarenhas Gaivão, Fernando Silva Grade, Jean Teixeira, Júlio Amorim, Nuno Castelo-Branco, João Oliveira Leonardo, Guilherme Pereira, Fátima Castanheira


Foto: O Corvo

09/08/2017

Pensei que esta laracha do fecho dos tanques já tivesse sido esquecida ... parece que temos que ir à luta...


In Público (8.8.2017), por Cristiana Faria Moreira

«Em Maio, abrem-se os ralos do lavadouro das Francesinhas, em Lisboa

O encerramento do lavadouro está previsto desde 2011, mas até agora nada aconteceu. A construção do novo centro social da Assistência Paroquial de Santos-o-Velho deverá arrancar em maio do próximo ano e custará quatro milhões de euros.

O fim é há muito anunciado, mas desta vez chega com uma data: Maio de 2018. Será o fim do centenário lavadouro público das Francesinhas, um dos últimos da cidade. O espaço, que surripia o nome ao Convento das Francesinhas que antes ocupava aquele lugar, vai ser a casa do novo centro social da Assistência Paroquial de Santos-o-Velho. Ali, no bairro lisboeta da Madragoa, há, desde 1876, um lavadouro por onde já passaram várias gerações, mas que tem definhado nas últimas décadas. O centro é bem-vindo mas o despejo dos tanques é visto, com tristeza, como o fim de uma era. [...]

Em Maio de 2010, a Câmara de Lisboa cedeu o terreno dos lavadouros à Assistência Paroquial de Santos-o-Velho por 50 anos para a construção de um centro social. O encerramento do lavadouro está previsto desde 2011, mas, até agora, nada aconteceu.

Numa resposta por escrito ao PÚBLICO, a directora da instituição, Maria do Carmo Ribeiro, adiantou que a demora se deveu à emissão dos pareceres necessários de várias entidades (IGESPAR - actual Direcção-Geral do Património Cultural -, Instituto da Segurança Social, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Protecção Civil). E que o parecer definitivo da Câmara de Lisboa ficou “pendente do cumprimento de um número mínimo de lugares de estacionamento, situação que só pôde ser ultrapassada à luz do novo Plano de Pormenor da Madragoa”. Mas o projecto está aprovado e, embora “não se possa definir com rigor o planeamento da construção”, Maria do Carmo Ribeiro prevê que a primeira pedra seja lançada em Maio do próximo ano. [...]

O novo centro prevê juntar as duas valências da Assistência no mesmo lugar, já que o centro de dia funciona na rua da Esperança e a creche e jardim-de-infância fica na rua das Janelas Verdes, e as instalações resultam da adaptação de edifícios antigos. Na entrada do centro de dia, por exemplo, há uma íngreme e estreita escada que dificulta o acesso de idosos ao espaço. A empreitada deverá durar cerca de dois anos e está orçada em quatro milhões de euros. Está também prevista a construção de uma escola primária, de um parque de estacionamento, cafetaria e parafarmácia e uma zona de lavandaria comunitária, para preservar dois dos tanques existentes, que ficarão abertos à população, indicou Maria do Carmo Ribeiro [...]»

07/08/2017

E se nada se conseguir em contrário, estas ficarão para o balanço das moradias demolidas do vereador Manuel Salgado de 2007-2021:



Rua Doutor António Cândido


Rua Dr. Álvaro de Castro (Bairro de Santos)


Rua Filipe Folque


Rua Marquês de Fronteira
(Campolide, autoria de arq. Miguel Nogueira Júnior)


Avenida de Berna

2007-2017, 10 anos de Vereador Manuel Salgado ...moradias, tem sido um vê se te avias:


Rua da Lapa

Rua Chaby Pinheiro

Rua Pinheiro Chagas

Av. João Crisóstomo

Avenida 5 de Outubro

Avenida de Berna

Avenida António Augusto de Aguiar

Avenida Duque de Loulé

Rua Doutor António Cândido

Avenida Miguel Bombarda

Avenida João Crisóstomo

Rua Pinheiro Chagas

Rua Gomes Freire

Rua Sousa Martins

Av. António Augusto de Aguiar

Rua Pedro Nunes


Av. Santa Joana Princesa (Alvalade)

Rua da Junqueira, 33

...

NB: Falta a moradia ao lado da clínica de São Lucas ...

Venice, Invaded by Tourists, Risks Becoming ‘Disneyland on the Sea’


From The New York Times:

Venice, Invaded by Tourists, Risks Becoming ‘Disneyland on the Sea’

Italian officials worry that the famed, sinking city is being further swamped by a “low-quality tourism” that is making life almost unbearable for residents.

https://www.nytimes.com/2017/08/02/world/europe/venice-italy-tourist-invasion.html?mwrsm=Email

04/08/2017

Obras nos jardins do Palacete Mendonça (IIP) - Pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


Cc. PCML, DGPC e AML

Const​atada a presença de máquinas de sondagens (?) nos jardins do Palacete Mendonça, imóvel e jardins classificados como de Interesse Público, bem como a marcação de várias árvores de grande porte junto ao gradeamento virado à Rua Marquês de Fronteira; e uma vez que se desconhece qualquer aprovação de projecto de alterações para aquele lote, somos a solicitar a V. Exa. que nos informe se a CML tem conhecimento deste assunto e qual a razão da presença das máquinas e das marcações às árvores.

Junto enviamos foto tirada ontem, dia 3 de Agosto.

Com os melhores cumprimentos


​Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Ana Alves de Sousa, ​Fátima Castanheira, Maria do Rosário Reiche, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, Júlio Amorim, Nuno Caiado, Miguel de Sepúlveda Velloso, Leonor Areal, António Araújo, Fernando Silva Grade, Pedro Ribeiro, João Oliveira Leonardo, Gonçalo Cornélio da Silva, Beatriz Empis, José Amador e Fernando Jorge

03/08/2017

Casa da Pesca - Apêlo ao PM para transferência de tutela do INIAV/Min. Agricultura para a CM Oeiras


Exmo. Senhor Primeiro-Ministro
Dr. António Costa


​No seguimento da resposta infra que nos foi dada no passado dia 17 de Julho pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P., ao nosso pedido de autorização de visita ao interior da Casa da Pesca e respectiva envolvente, a fazer no âmbito das Jornadas Europeias do Património 2017, somos a renovar junto de V. Excelência o nosso apêlo de ​2016, uma vez que os pressupostos do ofício que nos foi enviado pelo gabinete do Sr. Ministro da tutela há um ano se revelara inconsequentes, pois não há qualquer notícia sobre protocolo algum muito menos que a Casa da Pesca tenha deixado de continuar a cair aos bocados e a encher-nos a todos de vergonha.

Com efeito, esta situação vem-se agravando ano após ano, governo após governo, situação que não se aceita nem compreende dado estar em causa uma dos conjuntos barrocos mais importantes do legado de Pombal, por isso parte integrante de um conjunto classificado de Monumento Nacional. É lamentável que desde há precisamente 30 anos que a Casa da Pesca continue votada ao abandono, à incúria, ao vandalismo, às intempéries. Todas as promessas feitas até aqui se revelaram falsas.

Mais não compreendemos como é possível que o Ministério da Agricultura continue a não abrir mão deste conjunto patrimonial, para cuja manutenção se revela manifestamente incapaz, escusando-se a cedê-lo a quem o possa recuperar, como cremos ser a vontade expressa já por diversas pela Câmara Municipal de Oeiras.

Em vésperas do Ano Europeu do Património Cultural 2018, solicitamos a V. Excelência, Senhor Primeiro-Ministro, para que atente a esta situação escandalosa, dando instruções ao Ministério da Agricultura para que resolva esta situação com carácter de urgência, porque a Casa da Pesca não resistirá por muito mais tempo.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Ana Celeste Glória, Ana de Carvalho Antunes, Gonçalo Cornélio da Silva, Vítor Vieira, Jorge Pinto, Inês Beleza Barreiros, Beatriz Empis, Júlio Amorim, Miguel de Sepúlveda Velloso, Miguel Jorge, Ana Alves de Sousa, Maria do Rosário Reiche, Fátima Castanheira

​......​

​Exmos. Senhores

Em resposta ao vosso e-mail infra encarrega-me o Senhor Presidente do Conselho Diretivo do INIAV, IP Doutor Nuno Canada de informar que por motivos de segurança não será possível efetuar a visita solicitada.

Com os melhores cumprimentos

Dalila Oliveira
Secretariado / Presidência Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P.
...

​ De: Fórum CidadaniaLx [mailto:forumcidadanialx@gmail.com]
Enviada: segunda-feira, 17 de Julho de 2017 15:44
Para: Presidência INIAV; Relações Públicas
Cc: dgpc@dgpc.pt; PaulaSilva@dgpc.pt; Carla Alexandra Lopes; gab.presidente@cm-oeiras.pt
Assunto: Jornadas Europeias do Património 2017 - Pedido de visita a 24 Setembro

Exmos. Senhores

Vimos pelo presente solicitar-vos autorização para visitarmos o complexo da Casa da Pesca, na Quinta do Marquês, em Oeiras, no próximo dia 24 de Setembro, Domingo, pela 10h30, no âmbito das Jornadas Europeias do Património 2017.

Gostaríamos de poder visitar o interior da Casa da Pesca, bem como os tanques decorados a azulejo, o aqueduto e restante complexo.

A visita, se no la permitirem, será gratuita, guiada por especialista na história e uso daqueles edifícios, e deverá contar com um máximo de 50 pessoas.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge

...

Evento "Não queremos o La Gondola demolido!" (via Grupo Facebook "Vizinhos das Avenidas Novas") - Domingo - 18 Horas



«Vamos simplesmente aparecer no La Gondola, mostrar a nossa solidariedade e vontade de não o deixar demolir. Estar com a Júlia e beber um cafezinho. Aproveitar os últimos momentos do "irrepetível" oásis!!!

Entre as 18h e as 19h, apareçam!

Avenida de Berna, nº 41»

02/08/2017

Aplauso de pé à CML pela acção imediata e sem aviso prévio!!


O regabofe dos buses em volta da Sé e arredores tornou-se surreal desde há ... 10 anos a esta parte. Finalmente, agiu-se! Falta saber se o sinal é cumprido. Oxalá.

‘Simplex’ de obras compromete segurança estrutural de muitos prédios em Lisboa


In O CORVO • 2 AGOSTO, 2017, por Samuel Alemão

«Helena não queria acreditar quando, esgueirando-se à varanda do seu segundo andar na Rua Cidade de Cardiff, em Arroios, se apercebeu do que se estava a passar lá em baixo, no logradouro do rés-do-chão. “Verifiquei, para meu espanto, que estavam a escavar e que, aos poucos, se ia formando um buraco cada vez maior. Só podia ser para uma piscina”, pensou. Os vizinhos haviam avisado, em meados do passado mês de junho, os restantes condóminos de que iriam fazer obras no quintal, sem especificarem qual o seu objectivo. Perante o aparato, no início de julho, Helena pediu-lhe esclarecimentos adicionais. “Estamos a fazer remodelações no jardim, que não implicam com nada do prédio”, responderam por email. Céptica, perguntou-lhes se não se trataria mesmo de uma piscina. Por telefone, acabaram por lhe confirmar aquilo de que desconfiava. Uma obra feita sem a autorização do condomínio nem da Câmara Municipal de Lisboa.

Casos como este têm vindo a aumentar, nos últimos meses, na mesma proporção do crescimento meteórico do volume dos trabalhos de reabilitação de imóveis na capital portuguesa. Tantos que estarão a pôr em causa a capacidade de resposta dos serviços de urbanismo da autarquia e da Polícia Municipal. Sem meios suficientes para as actuais solicitações, e colocados perante um assinalável avolumar das queixas de cidadãos, ambos os braços do município aos quais cabe a responsabilidade de fiscalização da legislação neste campo tentam fazer o melhor que podem. Mas com dificuldade. Numa das insistências de Helena junto da PM, terá recebido como resposta que teria de aguardar, uma vez que não lhe poderiam indicar uma data para a deslocação ao prédio de uma patrulha, “atendendo ao elevado volume de queixas e à falta de agentes que dispunham actualmente”. Um cenário agravado, em muitos casos, pelo afrouxar dos procedimentos legais a nível nacional, o que dá aos proprietários a ideia de quase imunidade. [...]»