Programa das Comemorações do Sesquicentenário de Ventura Terra:

Programa das Comemorações do Sesquicentenário de Ventura Terra:

29/06/2016

Rua das Janelas Verdes: "Reabilitação", Lisbon Style?





28/06/2016

Festas de Lisboa ou Festas da Cerveja? EGEAC...?

 Rua das Janelas Verdes/Lg Dr. Jose de Figueiredo
 Rua das Janelas Verdes/Lg Dr. Jose de Figueiredo
  Santos-o-Velho
  Santos-o-Velho
  Santos-o-Velho
 Santos-o-Velho
Cais do Sodre

Palacete em Alpiarça - pedido de info à CMA


Enviado a 23.6.2016:

Exmo. Senhor Presidente
Dr. Mário Fernando A. Pereira

Vimos pelo presente solicitar a V. Exa. que nos informe se a Câmara Municipal de Alpiarça está a ponderar intervir de algum modo no sentido de garantir a salvaguarda do belo e “sui generis” palacete, de que anexamos algumas fotos retiradas da Net.

Com efeito, a nosso ver, trata-se de um edifício bastante invulgar, característico contudo da arquitectura de transição séculos XIX-XX, cujas construções foram outrora sobejamente afamadas na região, neste caso um edifício complementado com uma componente quinta-agrícola, com adega, cocheiras e cavalariças.

Gostaríamos de saber, portanto, se é intenção da Câmara Municipal de Alpiarça expropriar, tomar posse administrativa ou, simplesmente, adquirir o imóvel - antes que o mesmo seja irrecuperável ou entre em colapso -, reforçando assim o roteiro histórico-patrimonial do concelho.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Beatriz Empis, Maria do Rosário Reiche, Fernando Jorge, Júlio Amorim, Martim Galamba, Rui Martins, Jorge Santos Silva e Filipe Lopes

...

Resposta do Sr. Presidente da CM Alpiarça (27.6.2016):

Ex.mos Srs


Na sequência da V/ comunicação, cumpre-me informar que não é uma prioridade desta Câmara Municipal a aquisição e a posterior recuperação do edifício, apesar da sua indiscutível importância, a diversos níveis - arquitectónico, cultural, urbanístico, etc. -, sobretudo pela extrema contingência colocada pela difícil situação financeira do Município.

No entanto, após a recepção da V/ comunicação, despachei o assunto para os serviços técnicos da Câmara, no sentido de se proceder a uma avaliação do imóvel.

Com os meus cumprimentos,

O Presidente da Câmara

Mário Pereira

Pedido de não demolição do interior do edifício do Centro Comercial Palladium (Avenida da Liberdade)

Enviado a 6.4.2016:

Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.c. PCML, AML e media

Tivemos conhecimento de que se encontra em apreciação nos Serviços que V.Exa. tutela, um pedido de informação prévia (Proc. 291/EDI/2015) que prevê a demolição do interior do edifício que albergou no piso térreo (e na cave) o antigo Centro Comercial Palladium (Avenida da Liberdade, nº 1).

O actual edifício, projectado em 1909 pelo Arq. Norte Júnior, e que mais tarde foi enriquecido com intervenções de autores como os arquitectos Cassiano Branco e Raul Tojal (autor da concepção e decoração do Café Palladium, em 1932-35, transformado em centro comercial em 1979), possui interiores de grande qualidade, desde logo as suas escadas, cuja eventual demolição constituiria mais um empobrecimento do património do séc. XX da Avenida da Liberdade.

Por outro lado, também a nível do espaço do antigo centro comercial ainda subsistem os espaços originais do Café Palladium dos anos 30 do séc. XX, com os seus elementos decorativos e pormenores Art Déco de especial relevo, como sejam colunas, painéis alegóricos, plafonnières, gradeamentos e corrimãos (vide fotos em anexo, da autoria do blogue S.O.S. Lisboa).

Considerando o já exposto e que o edifício em causa se encontra em plena Avenida da Liberdade, classificada Conjunto de Interesse Público (2012) e nas Zona de Protecção do Elevador da Glória (MN) e do Palácio Foz (IIP);

Solicitamos a V. Exa. que não aprove a demolição dos interiores deste edifício, que são perfeitamente recuperáveis, bem como garanta que o projecto de reutilização do espaço até aqui ocupado pelo centro comercial mantenha, in situ, todos os elementos arquitectónicos e decorativos ainda existentes no espaço do antigo Café Palladium.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Ana Alves de Sousa, Carlos Moura-Carvalho, Miguel Atanásio Carvalho, Jorge Pinto, Pedro Janarra, Martim Galamba, André Santos, Cristiana Rodrigues, Beatriz Empis, Nuno Franco, João Oliveira Leonardo, Rui Martins, Jorge Santos Silva, Alexandre Marques da Cruz, Virgílio Marques, Miguel de Sepúlveda Velloso, Maria Ramalho, Júlio Amorim, Ricardo Mendes Ferreira, Alexandra de Carvalho Antunes, Rossella Ballabio, Maria do Rosário Reiche, Miguel Lopes Oliveira, Nuno Caiado, Fátima Castanheira, Gustavo da Cunha

...

Resposta do Sr. Vereador Manuel Salgado (28.6.2016):

A/C de Lisboa: From Berlin to Barcelona; will Airbnb ruin our most loved cities? The accommodation website has become so successful that hotels are losing business and tourist sites face being ruined


In The Guardian (26.6.2016) Por Jamie Doward (texto) e Carmen MartA-nez BanAs/Getty Images (fotos)

«Airbnb encourages homeowners to open their doors to visitors. Airbnb encourages homeowners to open their doors to visitors.

To use the industry jargon, it is the ultimate “disruptor”. Airbnb, the website that allows homeowners around the world to rent out their spare rooms, has had a seismic impact on the travel market.

Hotel chains are reportedly feeling the squeeze as the US upstart – which has attracted $2bn in funding in less than a decade – eats into their business model by offering travellers the opportunity to “live like a local” and “belong anywhere” in one of the two million rooms and properties that are listed on its site.

The savvy exhortations, which feature in slick adverts on bus stops and billboards across the world’s cities, have helped Airbnb expand at a seemingly relentless pace. Already operating in 191 countries and 34,000 cities, analysts at financial services company Cowen & Co predict that, by 2020, Airbnb hosts will be taking 500 million bookings a night, rising to a staggering one billion by 2025.

It is a truly global phenomenon. Yet, just as Uber’s attempts to shake up the taxi market has met resistance, Airbnb finds itself a victim of its own success as cities and countries wake up to the fact that the cute new kid on the block has been transformed into an 800lb gorilla. [...]»

Museu Judaico de Lisboa avança, com gestão da Associação de Turismo


In Público (27.6.2016) Por INÊS BOAVENTURA
«A Câmara de Lisboa vai contribuir com um milhão de euros para o projecto e a Fundação Patrick & Lina Drahi, do dono da PT, com 1,2 milhões de euros. O museu, em Alfama, quer contar a história dos 800 anos da presença judaica em Portugal. [...]»

...

Tudo bem à ideia do museu. Tudo mal em relação a este projecto em concreto: é feio no que se refere ao prédio da esquina, a construir de raiz, é dissonante face à envolvente, é "marca de autor" desnecessária e contraproducente face ao anonimato que sempre está subjacente aos templos judaicos e toda a sua feitura, do projecto, é sui-generis: está aprovado tacitamente sem que ninguém o tenha aprovado formalmente. Era bom que os EEA Grants se dessem conta que este projecto é isso tudo. Por último, não me parece que seja normal que a ATL vire agora "construtora" (Pavilhão dos Desportos e agora o Museu Judaico), à la EPUL do tempo da gestão PSL da CML. Mas ok.

26/06/2016

Árvores. Será tão difícil fazer em Lisboa o que Sintra faz?



Jardim da Correnteza em Sintra. Várias são as árvores classificadas quer ao abrigo de legislação nacional, quer por decreto municipal. Placas simples com informação fácil, com códigos para se poder sacar da internet mais pormenores.

Sendo Lisboa uma cidade invulgar em termos botânicos, não se percebe a razão que leva a CML e as Juntas de Freguesia a não colocarem placas informativas nos exemplares classificados, por que razão não procedem a novas classificações tal como a Plataforma em Defesa das Árvores tem sugerido?

Em Lisboa, as árvores são, em grande medida, vistas como um problema, um risco e um alvo a abater. Desculpas para esta ignorância  haverá muitas, a começar pelo total desconhecimento dos valores do património arbóreo que é apanágio de tantos autarcas.

Em Sintra, pelo menos, a CMS está empenhada em criar na população um apreço e uma estima pelas árvores. Faça-se o mesmo em Lisboa.

24/06/2016

Próximo abatimento árvore na Rua dos Sapadores


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,
quero denunciar o próximo abatimento de uma árvore de tamanho grande na Rua dos Sapadores (Graça). Envio uma imagem da árvore tirada do GoogleMaps (se for preciso posso enviar mais).
Agradeceria que incluíssem este novo caso nas suas campanhas.
Muito obrigada pelo seu trabalho.
Cumprimentos

Lisboa já tem um mapa da arte contemporânea


In Observador (24.6.2016)
Por Bruno Horta

«Chama-se Mapa das Artes e tem duas versões: em papel e na internet. É lançado esta sexta-feira e procura conquistar novos públicos para galerias e museus da capital.

É gratuito, cabe no bolso e está escrito em português e inglês. O Mapa das Artes explica-se a si mesmo: é um mapa com galerias, museus, fundações e outros espaços dedicados à arte em Lisboa – apenas arte contemporânea. O lançamento é esta sexta-feira, ao fim da tarde, na Galeria Millennium, na Rua Augusta.

Trata-se de um “mapeamento da arte contemporânea na cidade”, resume o mentor da ideia, Cláudio Garrudo, de 39 anos, fotógrafo e produtor cultural. “Com estas características, é a primeira vez que se faz”, sublinha. “Já houve outros mapas, com programação, mas este não tem, para não se desatualizar”, acrescenta.

Além da versão em papel, com tiragem de 30 mil exemplares, o Mapa das Artes tem existência na Internet e estará disponível em mapadasartes.pt

22/06/2016

Pedido de esclarecimentos sobre obras em curso no n.95 da Avenida da República (MIP)


Lisboa, 30 de Maio de 2016


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.c. AML, DGPC e JF

No seguimento das nossas chamadas de atenção em relação ao estado de abandono e vandalismo a que tem estado sujeito o edifício da Avenida da República, nº 95, datado de 1911 e da autoria do conhecido construtor Joaquim dos Santos, que foi objecto alterações de interiores em 1991 e está classificado como Monumento de Interesse Público desde 2012 (http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71715);

E pelo facto de estarem neste momento a ser colocados andaimes junto ao mesmo, dando a entender que irão iniciar-se obras;

Serve o presente para solicitar a V. Exa., nos informe sobre o teor das referidas obras, isto é, se o edifício vai ser objecto de reabilitação/recuperação ou se, para além disso, vai ser objecto de obras significativas de alterações nos seus interiores e/ou ampliação e, no caso de as mesmas se verificarem, quais as alterações de interiores aprovadas e quantos pisos a mais foram autorizados pela CML.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Carlos Leite de Sousa, Fernando Jorge, Filipe Lopes, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, José Filipe Soares, António Araújo, Paulo Lopes, Pedro Henrique Aparício, José Filipe Soares

Fotos: DGPC

...

Resposta do Sr. Vereador Manuel Salgado (22.6.2016)

Um novo parque verde na cidade


In O Corvo (22.6.2016)

Por Samuel Alemão «A Quinta das Carmelitas, junto ao Jardim da Luz, em Carnide, abre as suas portas às 10h desta quinta-feira (23 de junho). São seis hectares de espaço verde onde os lisboetas poderão passear e andar de bicicleta, mas também praticar actividades hortícolas em ambiente urbano. Mais do que isso, o novo parque surge com o objectivo de se assumir como um espaço de apoio a cidadãos com “incapacidades ou em risco de exclusão social”. Missão que resulta do acordo estabelecido, há dois anos, entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Cerci de Lisboa, a Cerci de Cascais e o Instituto da Segurança Social.

Em Junho de 2014, o vereador da Estrutura Verde, José Sá Fernandes, assinou um protocolo com aquelas entidades para reabilitar esta área da cidade que se encontrava desaproveitada. Na altura, o autarca disse que o equipamento estaria certamente em funcionamento no ano seguinte. A abertura ao público acontece, todavia, apenas um ano depois. Nesse tempo, foram feitas várias “intervenções destinadas à revitalização” da quinta, entre as quais se conta a recuperação do sistema de rega e a “demolição de equipamentos existentes obsoletos”, criando uma grande área de parque hortícola e um caminho misto para peões e bicicletas. [...]»

Mas num raio de 50m em relação a um MN, como é o caso, não se podem construir estruturas perenes, como é o caso. A DGPC não sabe isso?


«A Sé e o Campo das Cebolas vão ficar mais perto com este elevador

In Público (21.6.2016)
Por INÊS BOAVENTURA


O arquitecto João Favila Menezes sublinha que a relação do elevador com o monumento nacional “foi um aspecto bastante ensaiado”.

A Emel prevê inaugurar a nova acessibilidade, que terá utilização gratuita, no Verão de 2017. [...]»

21/06/2016

Teatro Nacional de São Carlos / Desaparecimento das cadeiras dos camarotes / Novo pedido de esclarecimentos


Foto 1

Foto 2

Exmos. Senhores


C.C. MC, DGPC e media

No seguimento do nosso pedido de esclarecimentos de 9 de Março, que anexamos, e do esclarecimento que recebemos da V/parte, dando-nos conta de que a substituição das cadeiras de cariz clássico (cadeiras de assento em veludo e costas em palhinha, pernas torneadas, madeiras entalhada e dourada a casca de ovo - foto1) era temporária e que as mesmas regressariam aos camarotes depois se serem restauradas, verificamos que as cadeiras ainda não regressaram e que os camarotes mantêm as cadeiras substitutas (foto2).

Solicitamos novo esclarecimento da parte da OPART.

Com os melhores cumprimentos​

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Jorge, Luís Marques da Silva, Jorge Santos Silva, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, Maria do Rosário Reiche, Luís Serpa, Ricardo Mendes Ferreira, Fátima Castanheira, Beatriz Empis, Ana Alves de Sousa e Fernando Jorge