E já sabe: não compre azulejos!

E já sabe: não compre azulejos!
(foto: Rosa Pomar)

03/09/2015

BAIXA, a TOURIST TRAP









02/09/2015

Junta do Lumiar vai assumir jardim abandonado há três anos em Telheiras


In Público (2.9.2015)
Por Marisa Soares

«EPUL manteve o espaço até 2012 mas a extinção da empresa transformou a zona em "terra de ninguém". Câmara de Lisboa e condomínio não se entenderam e a junta espera agora resolver a situação a partir do Outono. [...]»

Obras de Alterações em Prédio Thomaz Quartin/Prémio Valmor/ZEP Av. Liberdade/pedido de esclarecimentos à DGPC


Exmo. Senhor
Director-Geral do Património Cultural


C.c. CML, SEC, AML, JF e media (c/queixa à Provedoria de Justiça)

No seguimento da recente afixação de aviso de licenciamento de projecto de alterações (Processo nº 686/EDI/2014) no prédio da Rua Alexandre Herculano, nº 25, mais conhecido por Casa António Thomaz Quartin, edifício da autoria do Arq. Miguel Ventura Terra (1909), Prémio Valmor e incluído na ZEP da Avenida da Liberdade, classificada Conjunto de Interesse Público;

Solicitamos esclarecimentos sobre a aprovação do projecto em apreço por parte desses Serviços, o qual, a ser executado na íntegra, implicará:

· A construção de uma coluna em betão para introdução de um elevador;
· O desaparecimento das escadas dos apartamentos duplex originais;
· O abrir e fechar de vários vãos no interior do edifício;
· O desaparecimento das cozinhas de época;
· O desaparecimento dos tectos dos vestíbulos;
· O desaparecimento dos tectos ornamentados;
· A supressão de portas e molduras;

Numa palavra, o estropiamento total do interior deste edifício notável e praticamente intacto.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Luís Marques da Silva, Jorge Santos Silvas, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Fernando Jorge, Virgílio Marques, Nuno Caiado, Maria do Rosário Reiche, João Oliveira Leonardo

Fotos: Iñaki Carrera Y Araujo e SIPA/IHRU/ex-DGEMN

Ui, medo...


Faço minhas as palavras de Iñaki Carrera y Araujo, no facebook: «O que será que vai acontecer aqui neste prédio na Av. Alexandre Herculano do Arq. Ventura Terra? Medo!»

01/09/2015

A Capital já tem mais uma "loja do chinês"

Já abriu. Desgraça. Só tem um soalho mais limpinho de resto é mais uma entre tantas "lojas do chinês".

RECLAMAÇÃO (Jardim da Estrela)


Srs. Presidentes da JFs da Estrela e de Campo de Ourique


Sou morador nos limites De Campo de Ourique, junto ao Jardim da Estrela.

Nessa condição, venho mais uma vez veemente protestar conta o excesso de actividades de animação no jardim, que não só retiram a tranquilidade ao local, contrariando a sua vocação de jardim romântico (não é um parque), como perturbam muitos dos moradores vizinhos.

Depois de um Agosto cheio de iniciativas musicais nos bares e junto ao coreto (não está em causa a sua qualidade) quase sempre transbordando de modo severo e violento os limites do jardim, agora é cinema ao ar livre, com os respectivos ensaios de som, durante toda a semana. Estamos fartos!

Já antecipamos a resposta: foi autorizado pela CML e coisas do género. Pois não é disso que se trata – trata-se antes de respeitar os moradores na sua condição de moradores e , no mínimo, realizar actividades cujo som não ultrapasse os limites do jardim.

O que se espera das JF é que protejam (eu diria em primeiro lugar) os interesses legítimos dos cidadãos moradores e (secundariamente) a identidade do jardim. É isso que se pede agora aos Srs. Presidentes da JFs da Estrela e de Campo de Ourique: menos animação e controlo de som, para que o que se passa no Jardim da Estrela fique no Jardim da Estrela, já que os moradores da zona não devem ser continuar a ser penalizados com o forte ruído das múltiplas actividades.

Esta estratégia de animação forçada do território público, isto é, comum a todos e por isso sensível (mais ainda num jardim de vocação local e romântica – repetimos, não um parque urbano) já tem resultados negativos bem conhecidos na zona central da cidade. Compete agora às JFs trabalhar para evitar que esses prejuízos alastrem à Estrela e CO.

Contamos convosco para travar um processo de degradação da qualidade de vida dos moradores! Ou não?

Esta mensagem será difundida no FCLx, de que sou membro

Com os melhores cumprimentos


Nuno Caiado

Uma praça em cada bairro


Chegado por e-mail:

«Boa noite

Sei que no projecto "Uma praça em cada bairro" está prevista a renovação de várias praças em Lisboa. Uma dessas praças é o Largo dos Jerónimos, e eu penso que podiam aproveitar esta ocasião para, finalmente, colocarem lá uma estátua de Vasco da Gama, que é uma omissão enorme na estatuária da capital.

É inadmissível que uma das maiores figuras da nossa história não tenha uma estátua em Lisboa, visto que existem monumentos ao grande descobridor em lugares como Hamburgo!

Não deve ser difícil fazer ou descobrir perdida nalgum armazém uma estátua decente para Vasco da Gama.

Devo também dizer que sou de origem alentejana e costumo passar férias em Sines, a terra natal de Vasco da Gama, pelo que também tenho um desejo pessoal de que exista uma sua estátua em Lisboa.

Cumprimentos

Álvaro Pereira»

31/08/2015

Adeus, Keil do Amaral, agora é que é mesmo:


«Obras para requalificar piscina do Campo Grande arrancam quarta-feira

In Público (31.8.2015)
Por Marisa Soares

Ingesport e Câmara de Lisboa vão lançar a "primeira pedra" para a requalificação da histórica piscina, fechada há dez anos e sucessivamente vandalizada. Reabertura está prevista para o próximo Verão.

Quatro anos depois do que tinha sido inicialmente previsto, as obras de requalificação da piscina do Campo Grande, em Lisboa, começam neste mês de Setembro. A “primeira pedra” será lançada nesta quarta-feira, dando início ao projecto que representa um investimento de 8,5 milhões de euros, a cargo da espanhola Ingesport [...] Numa nota enviada à comunicação social, a Ingesport informa que o novo equipamento, com uma área total de mais de 6200 metros quadrados, terá quatro salas para aulas de grupo com mais de 900 metros quadrados, uma sala de fitness, três piscinas cobertas interiores (para natação livre, aulas e spa), um circuito hidrotermal, balneários, serviços para crianças, consultas de nutrição, estética e massagem. O estacionamento terá “mais de 185 lugares”, acrescenta.[...]»

Anexo da Portugália no Espelho d'Água - Pedido de esclarecimento e reposição da legalidade


Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Doutor Nuno Vassallo e Silva,
Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


Cc. Presidente da CML, Associação de Turismo de Lisboa e Restaurante Portugália

Constatámos que a Cervejaria Portugália do edifício Espelho de Água, em Belém, construiu um “acrescento palafita” junto à sua entrada sul, como a imagem em anexo documenta (foto: Cristina Guerra), que consideramos lamentável, espúrio e à revelia do disposto nas zonas de protecção sob as quais aquele conjunto se encontra protegido: Zona Especial de Protecção do Mosteiro de Santa Maria de Belém (Mosteiro dos Jerónimos) e pela Zona Especial de Protecção do Museu de Arte Popular.

Trata-se, a nosso ver, de uma situação incompreensível, caricata e até injusta relativamente ao restaurante que lhe está junto, recentemente inaugurado no lado poente do mesmo edifício, cujo projecto, aliás, denota um extremo rigor para com o projecto original do Arq. António Lino, de 1940, facto que mereceu o nosso aplauso ao promotor, à CML e à ATL.

Face ao exposto no primeiro parágrafo, solicitamos a V. Exas. que nos esclareçam sobre se esta estrutura da Portugália foi devidamente aprovada pelos serviços da Direcção-Geral do Património Cultural ou do Urbanismo da CML, e que nos informem quais as medidas que irão tomar para que a mesma seja retirada.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, José Filipe Soares, Beatriz Empis, Fernando Jorge, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, Nuno Castro Paiva e Fátima Castanheira

Esplanadas ilegais no Bairro do Castelo: Rua do Recolhimento





 
 

Passeios de Lisboa: Praça Manuel Cerveira Pereira





Em toda esta rua há varios casos graves de estacionamento nos passeios e passadeiras; falta fiscalização e falta um estudo para instalação de barreiras (pilaretes?) nos locais mais afectados por estes abusos. Em diversos locais a passagem dos peões é praticamente impossível. A queixa que mais se houve dos Moradores é que a J. de Freguesia do Betao não se interessa por este tema...

Av. Almirante Reis: placa central arborizada

29/08/2015

Torres de 20 pisos na Cruz Quebrada....

in Público, 2015-04-23

Planos para marina e torres ( a mais alta com 20 pisos) na Cruz Quebrada.
Leia mais aqui e....aqui um grupo de cidadãos que quer travar o projecto.


27/08/2015

ROSSIO: caldeiras das árvores



Lisboa instala LED em 8500 semáforos para poupar mais de 800 mil euros

Fotografia © Carlos Manuel Martins/Globalimagens

Câmara municipal paga atualmente 1,1 milhões de euros anuais pelo consumo de energia, fatura que será reduzida de forma significativa. Projeto deve estar concluído até ao final do ano.

A substituição, até ao final do ano, das lâmpadas convencionais de 8500 semáforos por óticas LED vai permitir à Câmara Municipal de Lisboa (CML) reduzir em 160 mil euros nos dois primeiros anos e em mais de 800 mil euros nos seguintes a fatura energética destes equipamentos. Atualmente, a autarquia gasta cerca de 1,1 milhões de euros por ano com energia nos semáforos, uma pequena parte dos quais já dotada de tecnologia LED. A medida promoverá, em simultâneo, a segurança rodoviária, uma vez que as novas óticas são mais visíveis do que as lâmpadas incandescentes utilizadas até agora.
A intenção fora anunciada em julho do ano passado e a adjudicação do contrato por concurso público à Galp Energia/Vivapower aprovada em janeiro, mas só no início deste mês é que as equipas da Soltráfego, parceira daquelas entidades, começaram a intervir, por toda a cidade, nos 8500 semáforos de Lisboa que não eram ainda dotados de tecnologia LED. Ao todo, serão instaladas mais de 20 mil óticas, cinco vezes mais do que as que existiam até agora. A vantagem é, desde logo, ambiental.
De acordo com informação disponível no site da Lisboa E-Nova - a Agência Municipal de Energia Municipal que tem vindo a trabalhar com a CML na implementação de projetos de eficiência energética -, permitirá evitar a produção de mais de 1300 toneladas de dióxido de carbono. Em termos individuais, enquanto uma lâmpada incandescente consome 100 watts, uma ótica LED consome 8,3 watts.

In DN, 2015-08-27 por Inês Banha