...

...

25/05/2017

Ocupação abusiva da via publica em Lisboa, o poder das Grandes construtoras


Chegado por e-mail: «Boa tarde,

sou residente na Junta de Freguesia da Estrela, onde recentemente a EMEL marcou novos lugares de estacionamento na Calçada Marquês de Abrantes e Rua da Esperança. como consequência os residentes tiveram de pagar a taxa anual para poder estacionar.

Até aqui e sendo esta uma discussão antiga, parece que o objectivo é regular o estacionamento. Outra das benfeitorias da CML é melhorar a circulação pedonal na cidade, tendo nalguns casos, feito os passeios novos com 5 ou 10 metros de largura, aqui nesta mesma zona de Santos.

A questão que aqui venho apresentar tem a ver com uma obra privada, num terreno com duas frentes, para a Calçada Marques de Abrantes e o Largo Vitorino Damásio.

Como é visivel nas fotos, foi totalmente eliminado o passeio para servir de estaleiro a Construtora, num terreno que é imenso e lhe sobra espaço. Para resolver o problema dos peões, foram eliminados 12 lugares de estacionamento aos residentes que para lhe terem acesso, tiveram de pagar.

Não há qualquer movimentação de obra no terreno, ou seja as obras ainda nem começaram. PIOR: Não há qualquer Licença de utilização da via pública, que nem se justifica, como é visível na foto, para o interior do terreno.

Passarão, estes lugares bloqueados a ser estacionamento privativo dos empreiteiros e arquitectos?

Quem autoriza uma situação destas?

É este um bom exemplo da regulação do estacionamento e da cidade amiga dos peões?

Todo este absurdo, está bem documentado nas fotos em anexo. Quem pode corrigir esta situação?

Obrigado,

Carlos Cravo»

2 comentários:

Filipe Teixeira disse...

Trabalho na Calçada Marques de Abrantes e posso garantir que as obras já começaram.

Anónimo disse...

Os pinos de plástico servem para separar os peões da estrada e evitar que se estacione sem espaço para estes e outros veículos passarem. Se ocuparam a via pública certamente é porque a construção a isso obriga. Porque é que não entram em contacto com a construtora em vez de fazerem perguntas para o ar ou presumirem má fé ou incompetência?